NOVO HAMBURGO

13°C

Publicidade

Mulher, mulheres

Porque a mulher por si só não precisa ter seu dia especial para ser reconhecida ou reverenciada.

10 de Março, 2017 às 11:45

Neste último dia 8 aconteceu o badalado Dia Internacional da Mulher!


Mas dia pra quê? Pelo menos para agrado dos CDLs, pois parece que estas datas existem mais para um mexe-mexe econômico-cultural. Está bem, neste caso é claro que o evento em foco é emoldurado com festas escolares, almoços com avós e outros que tais concernentes a ocasião.


Porque a mulher por si só não precisa ter seu dia especial para ser reconhecida ou reverenciada. Observa-se a sua presença cada vez mais marcante e definitiva em todos os setores da atividade humana. Elas estão em tudo e por toda parte, marcando esta presença com uma enorme capacidade e firmeza de ações, aliás, melhor ainda, firmeza de conduta. E quando elas disputam um posto de trabalho com um homem geralmente tem a preferência do cargo e logo confirmam o acerto da escolha. E isto está acontecendo em todas as profissões, em todas as carreiras além daquelas tradicionalmente pertinentes ao sexo feminino, dos seus domínios domésticos.


Publicidade


Este deve ser o tal “empoderamento” da mulher, a grande mudança que elas estão trazendo para o mundo masculinizado, as suas relações como afeição, sensibilidade e delicadeza, que é o que o mundo está precisando urgentemente, quer dizer, mais amor. E isto tudo sem perder a firmeza de opiniões nem a estrita linha de conduta, característica do comando feminino.


As coisas no mundo perderam a geografia, a violência não tem mais fronteiras, o mundo está muito masculino, precisa de mais afeto, carinho nas suas relações. E parece que está ficando demonstrado que é onde tem mulheres em posição de mando é que lentamente vai se viabilizando esta demanda (claro que a Dilma não vale).


As mulheres, comandam tudo com sua maneira objetiva de fazer as coisas, tudo com jeito, educação e delicadeza, mas com muito discernimento e determinação, aliás como já dizia Ernesto Che Guevara, “endurecidas sin perder la ternura jamás!”.


Portanto, dispensável o Dia Internacional da Mulher. Se todos os dias já eram delas por assumirem o lar, muito mais dias serão delas quando assumirem o mundo.

Autor

Claudio Behrend

Saiba mais

RECEBA EM PRIMEIRA MÃO

Sem spams comerciais. Apenas informação.

Publicidade
Publicidade

PARCEIROS