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Saída de Bernardinho do comando técnico da seleção brasielira de vôlei masculino pegou público esportivo de surpresa

12 de Janeiro, 2017 às 19:10

Tricampeão mundial e bicampeão olímpico como técnico da seleção masculina, Bernardinho passa o bastão. Inovafoto/CBV

Era mais uma tarde normal de trabalho no dia 11 de janeiro quando, ao atualizar a linha do tempo do Twitter, leio uma notícia que parecia mentira ou que a conta na qual divulgava a informação tinha sido invadidas por hackers, mas não. Bernardo Rezende, o Bernardinho, deixou o comando técnico da seleção brasileira masculina de voleibol. Me causou estranheza, mas principalmente emoção. Como um fiel torcedor de voleibol, principalmente dos times gaúchos e das seleções brasileiras, tenho em Bernardinho um ídolo máximo. Um profissional do esporte extremamente dedicado à sua atividade, com cobranças fortes, porém, corretas para um melhor desempenho de suas equipes e seus comandados.


Inegavelmente que a liderança de Bernardinho, aliados aos desempenhos favoráveis e conquistas da seleção de vôlei, fizeram com que o público que acompanha o esporte, e até mesmo aquele que não tinha interesse pela modalidade, passasse a acompanhar e principalmente torcer pelos meninos do vôlei e vibrar a cada ponto e a cada título.



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Se muitas vezes, o desempenho dentro de campo, aliados a escândalos de dirigentes, fizeram muitos criticarem a seleção de futebol, a seleção de Bernardinho nos encheu de orgulho com o passar dos anos. A última olimpíada resume bem esse sentimento. Última medalha de ouro da competição em disputa, domingo pela manhã e o que se via Brasil afora eram famílias reunidas torcendo, de forma gigantesca, para que a seleção conquistasse mais um ouro olímpico na modalidade. Ele veio, e com ele a certeza que Bernardinho tinha muito ainda para dar continuidade e renovar as seleções e garantir muitos e muitos anos de conquistas. Pois assim não será.



Que o leopoldense Renan Dal Zotto, a quem foi dada a missão de substituir Bernardinho, também nos faça feliz e orgulhosos com o vôlei brasileiro. Que a história gloriosa de conquistas do vôlei continue por longos anos.


Já ao Bernardinho, apenas uma palavra, repetidas vezes, resta dizer: Obrigado, Obrigado, Obrigado.

Autor

Cássios Diogo Schaab

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