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Querido Papai Noel - Meu Herói

Pois quando eu era criança iniciava minha cartinha anual assim ao bom velhinho.

22 de Dezembro, 2016 às 13:26

Divulgação

Pois quando eu era criança iniciava minha cartinha anual assim ao bom velhinho. E a minha carta seguia com as encomendas tradicionais da época, um caminhão de madeira daqueles grandes, uma bola de futebol sem tento (que aquela laçada quase arrebentava a perna da gente quando pegava de jeito), revolver de mocinho (cheguei a fica com o pescoço mais grosso de tanto dar tiro vocal). Num destes anos o patinete grande também entrou na moda, era o skate de hoje.


Mas tradição é feita para ser mantida e a minha cartinha então enviada por via postal hoje vai por e-mail via internet no seu endereço clássico: papainoel@terradosonho.com.te (te é terra).


Espero que ele tenha recebido as cartinhas deste ano e já esteja se preparando para atendê-las e organizando a entrega dos presentes sugeridos naqueles textos escritos com tanta ansiedade e aguardados com tanta expectativa. Pois não consigo imaginar outra proposta que não aquela que o bom velhinho sobrevoa os telhados da cidade deixando os presentes retirados de sua mochila debaixo de cada árvore de Natal, justo naquela mesma hora, em todas as casas, em todos os lugares do mundo. Existirá sonho mais lindo? E é por isso que entre o Superman, Batman, Homem Aranha, Capitão América, Hulk e Homem de Ferro, e outros que se esfumaçaram no tempo, o meu herói continua vivo e será sempre imortal: o Papai Noel.


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Agora, é muito natural que as coisas mudem, afinal os anos quarenta do século passado não são os mesmos dos primeiros vinte do século atual. Mas que se diga a meu favor que também é lícito que se preservem alguns valores sem que por isto sejamos considerados conservadoramente atrelados ao tempo da nossa infância, mesmo porque estamos festejando com muito amor, devoção e respeito o aniversário de um cara que nasceu há mais de dois mil anos. E é isto que torna o Natal tão bonito.


Mas o meu Natal mais bonito também será sempre aquele que contar com a filharada, avós, netos, sobrinhos e adjacências, assim reunidos para celebrar todo o seu amor e sua alegria por mais uma vez estarem juntos ao redor daquela eterna e tão querida árvore, a Árvore de Natal.

Autor

Claudio Behrend

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